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Após enchente problemas de sempre

O mato alto esconde pedestres e ciclistas, aumentando a insegurança e facilitando assaltos

A Avenida Victor Ferreira do Amaral foi ampliada, sinalizada, abriga a sede do Detran e o pátio do órgão que serve de estacionamento para veículos e motos apreendidos, cujo muro foi revitalizado com pinturas e grafite.

A Avenida Coronel Augusto Almeida Garret abriga um dos maiores colégios públicos da cidade, Paulo Leminski, e é ponto de passagem para veículos que demandam do Bairro Alto, Tarumã e da Unibrasil, vindos da rua Vereador Nicolau Lange, que abriga unidade de ensino integral da Escola Municipal Madre Antônia.

Os moradores da região apontam este quadro como grande motivo para investimentos públicos com o objetivo de dragar o córrego que corta a Almeida Garret, entre a Victor Ferreira do Amaral e o término da Nicolau Lange, “com meia sola de asfalto, uma pista com terra e outra com asfalto” e roçada do mato que cobre as margens e invade as calçadas.

O córrego/rio Tarumã, está bem cuidado até chegar na Victor Ferreira do Amaral, apresentando problemas até o encontro com o Rio Bacacheri, na Vila Joanita, área de invasão com 25 anos de espera para legalização.

O mato alto esconde pedestres e ciclistas, aumentando a insegurança e facilitando assaltos.

A iluminação das ruas é outra reclamação, que se soma ao terreno sem limpeza que pertence ao Departamento de Estradas de Rodagem e fica em frente à Escola Madre Antônia moradores dizem que é local de assaltos.

Tempos atrás uma menina entrou correndo no portão de casa, que estava aberto, preferiu arriscar a ameaça do cachorro do que ficar na rua após assalto“, conta Carolina Altaniel, que atendeu a estudante.

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