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Religião

Bênção dos capuchinhos segue até nove da noite

Durante o benzimento, não será necessário sair do veículo e é obrigatório o uso de máscaras e também de álcool em gel caso seja necessário

Com máscaras, álcool gel, distanciamento, 50 freis abençoam carros e pessoas na Paróquia Nossa Senhora das Mercês, tradição da primeira sexta-feira do ano em Curitiba.

A bênção é tradição na cidade desde 1952. Os motoristas podem ir ao local para receber a bênção em duas pistas da Avenida Manuel Ribas, enquanto as pistas do meio desafogam o trânsito normal.

A Setran organiza o fluxo de carros, que também ocorre na rua Júlio Perneta.

Durante o benzimento, não será necessário sair do veículo e é obrigatório o uso de máscaras e também de álcool em gel caso seja necessário.

A estimativa é de que mais de 12 mil veículos passem pela igreja – que fica na Avenida Manoel Ribas, nº 966, nas Mercês.

Haverá missas às três da tarde e sete da noite, confissões o dia inteiro.

A benção dos capuchinhos começou em 1886, com o frei Fidélis de Ávola, fervoroso devoto de Nossa Senhora de Lourdes. Ao ser curado de uma grave enfermidade com água benta, o religioso mandou construir uma gruta dedicada à santa, ao lado da então Igreja de São Sebastião, no Morro do Castelo, no Centro do Rio, criando a benção que em algumas paróquias é na primeira sexta-feira do mês e em Curitiba é uma vez por ano, na primeira sexta-feira do ano.

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