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Moradores pedem limpeza de córrego no Tarumã

O córrego transbordou com as fortes chuvas de segunda-feira à tarde e invadiu ruas próximas, terrenos e residências

Água invadiu casas

O córrego que corta a Avenida Coronel Augusto Almeida Garret, que sai da Avenida Victor Ferreira do Amaral e segue em direção ao rio Bacacheri, divisa do Tarumã com Bairro Alto, transbordou com as fortes chuvas de segunda-feira à tarde, invadiu ruas próximas, terrenos e residências.

A avenida é um trecho estranho, metade com pavimentação, metade sem pavimento, terra nua, trecho de grande movimento de veículos ao lado do Colégio Estadual Paulo Leminski e ao lado também de estacionamento de veículos apreendidos do Detran Paraná, cortada por riacho que desce do Capão da Imbuia, passando debaixo da Avenida Victor Ferreira do Amaral (antes de chegar na Victor, percorre um trecho com dragagem e muros nas margens, mato roçado), desafogando também a água que desce no meio da grande avenida que vai até à divisa com Pinhais.

Moradores e comerciantes não sabem o nome do riacho.

Sempre que saímos de casa a gente olha o horizonte: está escuro, ameaçando chuva, chegamos ao ponto de revezar entre vizinhos o acompanhamento da subida da água do riacho. A preocupação é permanente. Nunca houve preocupação maior das autoridades sobre nossas reivindicações, ora falta verba, ora apenas fazem promessas, ora roçam o mato das duas margens, vereadores nem tomam conhecimento de nossas necessidades. As chuvas foram fortes e a água logo transbordou, na casa de minha cunhada, nos fundos de nossa residência, a água retornou pelo esgoto. Por sorte meu marido estava em casa, veio mais tarde almoçar, e protegeu muita coisa que estava no pátio quando a água invadiu nosso terreno, retirando seu carro e de nosso filho, além de levantar vasos de suculentas e orquídeas.  A casa do cachorro quebrou, a lavanderia virou uma bagunça, por milímetros a água não entrou em casa, que é elevada como prevenção

Ruas alagadas

A moradora Carolina Altaniel resumiu os problemas provocados pela enchente, destacando também que um terreno desocupado do Departamento de Estradas de Rodagem invadido pelas águas provocou invasão de baratas, aranhas e ratos, “algo assustador.”

A água vai entrando, levanta o que está pela frente, os bichos fogem e buscam proteção nas casas vizinhas. A região tem outras problemas, como a falta de segurança nas ruas que circundam o Colégio Paulo Leminski, com assaltos facilitados pelo matagal das margens dos rios, a falta de calçadas faz o pedestre andar no meio da rua. Já pedimos ajuda para todo mundo, ninguém nos leva a sério“.

A Secretaria Municipal de Obras Públicas revelou que equipes de engenharia estão na região levantando os problemas e que nos próximos dias revelará soluções para os problemas das enchentes.

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