Cidadania

Movimento SOS Vila Torres promove Semana da Pátria solidária

O Movimento SOS Vila Torres, formado por religiosos católicos e líderes comunitários para ajudar a população carente de Curitiba, decidiu mobilizar a sociedade para transformar a Semana da Pátria em dias de solidariedade.

Pelo segundo ano consecutivo, os dias do feriado prolongado serão de grande movimentação, com a distribuição de cestas básicas a famílias cadastradas em diferentes regiões pobres da cidade, a pessoas em condições de vulnerabilidade social.

As entregas serão feitas sempre no período da tarde.

Foram entregues 150 cestas básicas no Assentamento Novo Guaporé, 7, 300 cestas no Assentamento Vila União, no Tatuquara.

Nesta quarta-feira, o grupo fará uma manifestação com ações de conscientização sobre o Covid, com orientações sobre higiene, distanciamento social e uso da máscara, no Assentamento Vila União.

Na quinta, dia 9, serão atendidos grupos de venezuelanos em situação de vulnerabilidade.

Na sexta-feira, dia 10 de setembro, a entrega será nas Vilas Ofício, Torres e Prado onde serão disponibilizadas 500 cestas.

No sábado, dia 11, outras 500 cestas serão distribuídas, também nas Vilas Torres, Ofício e Prado.

Sobre o Movimento SOS Vila Torres

O Movimento foi criado em março de 2020, no início dos efeitos da pandemia na cidade. Com as rápidas mudanças na economia e a redução das embalagens em circulação, os catadores de papel estavam entre os mais afetados. Assim, religiosos de diferentes congregações que atuam nos arredores da Vila Torres (redentoristas, maristas, jesuítas, irmãs bernardinas e irmãs vicentinas, dehonianos, além de líderes da Associação de Moradores) se uniram para arrecadar doações para atender esta população. Com o agravamento da crise nos meses seguintes, o Movimento se espalhou para diferentes regiões de Curitiba, levando alimentos, produtos de higiene, roupas e cobertores a pessoas em situação de vulnerabilidade social em diferentes bairros e comunidades da cidade.

Além de promover a ajuda emergencial às pessoas que atravessam dificuldades, os líderes do Movimento também procuraram formas de possibilitar formação profissional, como forma de garantir a dignidade das pessoas envolvidas. A partir de parcerias com a PUCPR, a FIEP e outras instituições, foram criados cursos como o de diarista, que têm encaminhado profissionais mais capacitadas ao mercado de trabalho

 

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