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Política

Vereador apresenta projeto para criar Programa Municipal de Equoterapia

A equitação torna-se uma experiência nova e um desafio estimulante à pessoa com necessidades especiais

Hernani apresenta primeira lei para atender pessoas carentes

O primeiro projeto de lei do vereador Hernani Silva ( PSB) propõe a criação do programa municipal de equoterapia, destinado às pessoas com necessidades especiais, em que a condição de “vulnerabilidade social” será avaliada pela Fundação de Ação Social (FAS).

Na justificativa, o projeto explica que a equoterapia, é um método terapêutico que se caracteriza por utilizar o cavalo como instrumento cinesioterapêutico, numa abordagem interdisciplinar nas áreas de equitação, saúde e educação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com necessidades especiais, recurso este reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina em 9 de abril de 1997.

Como recurso complementar no tratamento de pacientes neurológicos, a equoterapia trabalha no âmbito terapêutico, possibilitando à equipe, uma facilitação na aquisição por parte dos pacientes, de melhoras nas condições físicas, emocionais, sociais e educacionais.

A equitação torna-se uma experiência nova e um desafio estimulante à pessoa com necessidades especiais, o mesmo passa a não perceber que está praticando uma forma de reabilitação.

Por ser realizado em ambiente aberto, inspirando ar puro, com liberdade, interagindo com o animal durante suas passadas harmoniosas, o praticante vivencia sensações nunca antes experimentadas.

Durante a sessão de equoterapia, o praticante esquece seu difícil modo de locomoção e assume um porte altivo contribuindo assim, significativamente para a sua autoestima o colocando em posição de igualdade com os demais cidadãos, consideradas as diferenças individuais.

Outro fator a ser destacado em relação a equoterapia, é o caráter inclusivo proporcionada pela atividade em conjunto com outros praticantes, quer seja no transcorrer das sessões em conjunto com outros praticantes ou em eventos paraequestres como paradestramento ou para enduro, onde tais eventos proporcionam o convívio com praticantes de outros centros de equoterapia.

O programa de que trata a  Lei será coordenado pela Secretaria Municipal de Saúde e visará atender às pessoas com deficiências físicas ou mentais, distúrbios comportamentais ou vítimas de acidentes de trânsito.
As deficiências previstas são lesões neuromotoras de origem encefálica ou medular; patologias ortopédicas congênitas ou adquiridas; disfunção sensoriomotoras; distúrbios comportamentais”.

EQUOTERAPIA

Mais de cinco mil pessoas já foram atendidas no Regimento Coronel Dulcídio, que fica no bairro Tarumã, de forma gratuita.

As filas de espera chegam a durar dois anos.

O policial com perfil para trabalhar com equoterapia precisa fazer um curso básico de capacitação para se tornar um integrante do Regime de Cavalaria Montada.

Também é preciso fazer um curso de especialização em equitação e cursos de extensão para prestar o melhor atendimento aos pacientes.

Os cursos de extensão são musicoterapia, brinquedoterapia, curso avançado de equoterapia.

A equipe é formada por fisioterapeutas, médicos veterinários, educadores físicos e técnicos em equoterapia.

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