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Morre Sicupira, maior artilheiro do Athletico Paranaense

Barcímio Sicupira morreu neste domingo, não resistindo aos problemas que o levaram a uma cirurgia pulmonar.
 
No sábado, postagem da filha Mariana pedia orações de amigos e torcedores porque o estado de saúde do pai era muito grave.

Nascido na cidade da Lapa, em 1944, ele começou a carreira pelo Clube Atlético Ferroviário no final dos anos 1950, se transferiu para o Botafogo de Futebol e Regatas (RJ) em 1967 e para o Botafogo FC (SP) em 1967.

Em 1968, foi contratado pelo Athletico onde jogou por 8 temporadas, conquistou o título de 1970 e marcou 158 gols.

sicupira
foto Franklin de Freitas-Arquivo Bem Paraná

Em 1972, jogou no Corinthians (SP). Formado em Educação Física, foi professor universitário e da rede municipal de ensino público.

Sicupira parou de jogar profissionalmente aos 31 anos, em 1975. É comentarista de rádio e televisão desde 1976. Em 1999, começou a trabalhar como comentarista na rádio Banda B, de Curitiba.

CIDADÃO BENEMÉRITO

Os deputados estaduais aprovaram no começo do mês projeto de lei 13/2021, proposto pelos deputados Luiz Claudio Romanelli (PSB), Ademar Traiano (PSDB) e Alexandre Curi (PSB), que concede o título de Cidadão Benemérito do Paraná ao ex-jogador de futebol Barcímio Sicupira Júnior.

“Sicupira é uma lenda e um dos grandes ídolos formados no futebol paranaense”, afirma o deputado Romanelli. “Jogou num tempo em que o futebol brasileiro era recheado de jogadores extraordinários e ganhou respeito dos adversários pela capacidade e qualidade técnica que demonstrava em campo”, avalia o parlamentar.

Artilheiro máximo do clube até hoje, com 158 gols marcados com a camisa atleticana, transferiu-se em 1972 para o Corinthians, onde atuou ao lado de Rivelino. Voltou ao Atlético e jogou até pendurar as chuteiras, em 1975, eternizando-se como “o craque da camisa número 8”.

Formado em Educação Física, foi professor universitário e da rede municipal de ensino público. Também atuou como comentarista de programas esportivos, no rádio e na televisão, desde os fins dos anos 70.

Em 2020 teve sua biografia lançada no livro “Sicupira – A Vida e os Gols de um Craque Chamado Barcímio” de autoria do advogado e jornalista Sandro Moser, natural de União da Vitória.

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