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Pesquisa revela comércio otimista com vendas de Natal

Sondagem foi feita junto a comerciantes e consumidores da Região Metropolitana. ACP acredita em crescimento real de 5% nas vendas.
Comerciantes de Curitiba e Região Metropolitana estão otimistas com as vendas neste Natal, conforme sondagem ACP em parceria com a Data Veritas/Uninter.
 A pesquisa indica que 63,5% esperam vendas superiores ao ano passado; 18% igual e apenas 16,5% inferiores (2% não sabem).
No geral, os comerciantes esperam um aumento de 5% em termos reais (descontada a inflação)  nas vendas em relação ao Natal de 2020, data que foi bastante afetada pela pandemia.
“Estamos confiantes de que será um fim de ano melhor e que vai ajudar muito na recuperação do varejo depois de tanta incerteza”, comenta o presidente Camilo Turmina.
O comércio já está trabalhando em horário especial, diferenciado e bem amplo.
Com o avanço da vacinação, as pessoas estão mais otimistas e será o Natal da grande confraternização”.
Expectativas para 2022
Na sondagem, Data Veritas/Uninter perguntou sobre a expectativa do comerciante sobre o desempenho da economia nos próximos meses: 56% estão “esperançosos”, 33,5% “preocupados”, 6,5% “aguardando oportunidades”, e 4% “desanimados”.
A boa expectativa em relação a 2022 aparece nas respostas à pergunta: “Para os próximos meses, você pretende investir em seu negócio? ”. Responderam positivamente 73,5% e apenas 26,5 disseram não. Serão investimentos em compras de novos produtos, renovação de estoques, contratação de funcionários, reformas e ampliação de espaço físico, entre outras.
A pesquisa também identificou o que está sendo  decisivo para decisão na hora das compras. Entre os comerciantes consultados, 44% responderam que são as promoções, 13% parcelamento, 11% fidelidade e 8,5% frete grátis.
Consumidor
A preferência do consumidor será por roupas, brinquedos, perfumes, cosméticos, calçados, bolsas e acessórios. Os estabelecimentos preferidos dos consumidores para compras de Natal são vestuários, lojas de departamentos e calçados. A maioria faz pesquisa de preços em sites de buscas (30%), nas próprias lojas físicas (26%), e nos sites das próprias lojas (19%).

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